Quanto dinheiro vai para o lixo do nosso condomínio considerando a frequência de coleta em 3 vezes (dias) por semana? Cálculo semanal, mensal e anual!
Use a tabela de referência para os valores máximo, mínimo e médio:
http://www.mercadomineiro.com.br/lata-aluminio-pet-papel-pesquisa-precos.jsp
Obs.: sem contar vidro e metais como cobre, ferro e aço.
domingo, 18 de novembro de 2012
domingo, 14 de outubro de 2012
Sugestão de leitura
http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=7367655195885314464#editor/target=post;postID=5201639198890362288
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quinta-feira, 10 de maio de 2012
Enfim, alguém coloca as coisas nos lugares certos. Agora cabe ao síndico tomar as providências junto à Administradora do Condomínio.
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Publicado em 03/05/2012
Contribuição sindical
Condomínios não precisam recolher contribuição sindical "
Por Rodrigo Karpat*
Recente decisão da Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) não conheceu do recurso de um sindicato patronal contra decisão que rejeitou sua pretensão de cobrar contribuição sindical de um condomínio habitacional. Ou seja, a Justiça do Trabalho concluiu ser indevida a cobrança da contribuição sindical, por entender que o reclamante não está na categoria econômica representada pelo sindicato-autor, por se tratar de condomínio residencial.
Cabe ressaltar que condomínios não perseguem fim econômico algum, não desenvolvem atividade produtiva e não buscam o lucro. Portanto, não integram categoria econômica, o que referenda a decisão da Corte trabalhista.
''A ministra do TST, Delaíde Miranda Arantes, afirmou na decisão que: “no caso dos condomínios residenciais, estes, em regra, não atuam perseguindo fim econômico algum, não desenvolvem atividade produtiva e tampouco buscam lucro, logo, não podem ser considerados integrantes de categoria econômica e, por conseguinte, não estão obrigados ao recolhimento do contribuição sindical”.
Continue lendo aqui.
(clique no azul e depois no link)
domingo, 1 de janeiro de 2012
Balanço geral 2011.
Feliz Ano Velho!¹
Por que "velho" ? Porque 2012 será cópia do anterior e que foi tão ruim quanto 2010 para o condomínio.
Nada de novo, nem mesmo aumentos de gastos e de taxas são novidades, nada muda para melhor, as perguntas continuam sem respostas, as leis e normas internas continuam atropeladas pela falta de educação, pela ignorância, pela anomia geral. Todo mundo querendo que alguém dê a cara ao tapa e resolva os problemas, desde que, claro, os reclamantes fiquem bem com seus vizinhos, amiguinhos, parentes, etc. No melhor estilo "a falsidade é que nos une".
Se medidas elementares não são tomadas — e não foram tomadas em 2011 ! —, não há razão para ter ilusões de que serão efetivadas em 2012, nem em 2013, nem em 2014...Historicamente, sempre foi assim e nada indica que mudará porque não adianta trocar de nomes. As "boas intenções e boas ideias" ficam somente nisso.
Vale mesmo é dindim pingado no bolso todo mês e ainda choramingam que é pouco, que gastam mais do que recebem, mas largar o osso...Às vezes até largam, quando escandalosas irregularidades são farejadas em seus cascanhares, porém a parte do osso que interessa, como atas e demais documentos continuam presos em poderosas mandíbulas. A impunidade grassa perto de nós e o povinho se acha o máximo quando cobra dos políticos e autoridades. Antes de arrumarem o planeta, o país, deveriam arrumar primeiro o mundinho de seus bairros, suas ruas, seus condomínios...
Gastos desnecessários, futilidades, desvio de finalidade, falta de transparência, regras básicas do Regimento Interno sendo solenemente ignoradas por moradores e Adminstração, como não permitir carros de visitas pernoitando no condomínio, são práticas que vêm de longe e, até hoje, não houve gente com cacife para cobrar nem isso porque é chato ter de cobrar dos amiguinhos, sobretudo dos que dão o voto. Sempre foi e será assim a menos que tenhamos um síndico profissional, fora das panelinhas e igrejinhas que se formam em torno do escolhido quando é síndico morador, a fim de preservarem seus interesses e contarem com a benevolência dos administradores muito generosos com os puxa-sacos contumazes e que sabem mudar de lado quando levam vantagens, sobretudo mudando a Convenção para o lado que convém aos 'apoiadores', e as tentativas foram muitas nos últimos anos, com defesa de estratégias questionáveis [a fim de conseguir as mudanças], para dizer o mínimo.
Assim, tendo em vista o passado e o presente, manda a lógica é a experiência não criar expectativas positivas. Se vier alguma coisa será lucro, mas nada indica que teremos algum, pelo contrário, o cheiro é de mais gastos, sobretudo com obras não aprovadas em AG ou mesmo que aprovadas, como uma pintura do condomínio e por aí vai. É só esperar. A síndrome do gerente tocador de obras visíveis não é patologia de prefeitos e quejandos. E tem tolo que acha que obras valorizam o imóvel para aluguel ou venda. Para especuladores pode ser, mas não para quem compra para morar e não para investimentos. Pelo tanto de apartamentos à venda e sem compradores, mesmo com valores abaixo dos de mercado, o mimimi de 'valorização' não está dando retorno. É que o valor do condomínio, quando ficam sabendo, espanta até Bill Gates [ tão caro num prédio de Cohab? Creeedooo!]. Ora pois...
Certamente, enfeites natalinos nas portas são mais importantes do que maçanetas. Os detalhes revelam o todo.
(¹) Nada a ver com o livro de Marcelo R. Paiva.
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